Chegando agora, obrigada por essa reflexão, Gabi! Sempre que me sinto limitada e não são poucas vezes, penso nisso! E olha que eu adoraria não precisar “voltar” se esse for o caminho! A impressão é de que já estamos tão exaustas por sermos mulheres que eu não quereria arriscar! Mas cansa a “preocupação” deles, que não passa do umbigo (salvando aí raríssimas exceções)!
Gabi, que reflexão. Vira-e-mexe converso com o meu marido e falamos sobre como seria se eu fosse o homem e ele a mulher. Nos divertimos pensando nisso!
Quanto à questão da segurança, preciso dizer que já funciona um tantão quando existe a possibilidade de morar em outro país. Não acho que deveria ser essa a solução, mas me sinto muito mais livre e tranquila desde que moro fora do Brasil...chega a ser até “ingênuo”, mas é também muito mais leve do que estar sempre em estado de alerta quando se sai de casa.
Obrigada por este texto, Gabi. Nunca tinha formulado desta maneira - o corpo masculino nos dando possibilidade de viver plenamente... Agora levo o seu insight comigo. Um beijo
Gabi, por acaso, ouvi hoje dois podcasts que dialogam tão bem com seu texto... só as edições mais recentes d'O Assunto e do Desenrola. está tudo ecoando aqui dentro ainda. mas fiquei feliz e abri um sorriso com o final da sua reflexão. nós fazemos tudo mais bonito. obrigada por isso!
deve ser bom nao precisar fingir que liga pra alguem (ou realmente ter que ligar) toda vez que se entra no uber pro motorista ficar ligado que tem alguem sabendo nosso trajeto...
Dia desses um homem que conheço colocou em seus stories que gosta do trajeto que faz a pé para o trabalho (as 6hs da manhã) , ele passa ao lado de uma pequena floresta, um caminho tranquilo e realmente lindo. Porém, não para uma mulher. Respondi para ele que uma mulher passando por este lugar as 6hs da manhã seria no mínimo, desesperador. Caso não tivesse opção de um trajeto mais seguro, uma mulher passaria por ali correndo, sem oportunidade alguma de sentir a natureza. Ele me respondeu com um emoticon de tristeza. Apenas.
Hey, Gabi! Tudo bom? Que felicidade em ser citado na sua news! Obrigado por isso!
E que texto bonito. Seu ponto é muito verdadeiro e sensível, nunca vou saber como é essa experiência de estar na pele de outro gênero. Tanto que esses dias, ao ver uma amiga que estava grávida e super diferente, acabei eu também deixando a mente voar longe e pensando "nossa, que maluco que deve ser ser mulher e engravidar". Me lembra também aquele filme, A Pele que Habito. Enfim, só um comentário pra um tema que abre muitas reflexões.
Se eu vier homem
Chegando agora, obrigada por essa reflexão, Gabi! Sempre que me sinto limitada e não são poucas vezes, penso nisso! E olha que eu adoraria não precisar “voltar” se esse for o caminho! A impressão é de que já estamos tão exaustas por sermos mulheres que eu não quereria arriscar! Mas cansa a “preocupação” deles, que não passa do umbigo (salvando aí raríssimas exceções)!
Gabi, que reflexão. Vira-e-mexe converso com o meu marido e falamos sobre como seria se eu fosse o homem e ele a mulher. Nos divertimos pensando nisso!
Quanto à questão da segurança, preciso dizer que já funciona um tantão quando existe a possibilidade de morar em outro país. Não acho que deveria ser essa a solução, mas me sinto muito mais livre e tranquila desde que moro fora do Brasil...chega a ser até “ingênuo”, mas é também muito mais leve do que estar sempre em estado de alerta quando se sai de casa.
Obrigada por este texto, Gabi. Nunca tinha formulado desta maneira - o corpo masculino nos dando possibilidade de viver plenamente... Agora levo o seu insight comigo. Um beijo
Gabi, por acaso, ouvi hoje dois podcasts que dialogam tão bem com seu texto... só as edições mais recentes d'O Assunto e do Desenrola. está tudo ecoando aqui dentro ainda. mas fiquei feliz e abri um sorriso com o final da sua reflexão. nós fazemos tudo mais bonito. obrigada por isso!
ser mulher é...
Que textão!
Li "ouvindo" The Man na minha cabeça. <3
ufa! que texto.
deve ser bom nao precisar fingir que liga pra alguem (ou realmente ter que ligar) toda vez que se entra no uber pro motorista ficar ligado que tem alguem sabendo nosso trajeto...
Dia desses um homem que conheço colocou em seus stories que gosta do trajeto que faz a pé para o trabalho (as 6hs da manhã) , ele passa ao lado de uma pequena floresta, um caminho tranquilo e realmente lindo. Porém, não para uma mulher. Respondi para ele que uma mulher passando por este lugar as 6hs da manhã seria no mínimo, desesperador. Caso não tivesse opção de um trajeto mais seguro, uma mulher passaria por ali correndo, sem oportunidade alguma de sentir a natureza. Ele me respondeu com um emoticon de tristeza. Apenas.
Hey, Gabi! Tudo bom? Que felicidade em ser citado na sua news! Obrigado por isso!
E que texto bonito. Seu ponto é muito verdadeiro e sensível, nunca vou saber como é essa experiência de estar na pele de outro gênero. Tanto que esses dias, ao ver uma amiga que estava grávida e super diferente, acabei eu também deixando a mente voar longe e pensando "nossa, que maluco que deve ser ser mulher e engravidar". Me lembra também aquele filme, A Pele que Habito. Enfim, só um comentário pra um tema que abre muitas reflexões.
Obrigado pelo texto! :)