Lembrei do meu filho (que já vai fazer 8 anos) aprendendo as pequenezas da vida e o tanto de poesia que eu via ali. Foi uma fase de redescoberta do mundo - desesperadora, mas também bonita. Seu texto me conectou com o que eu escrevi quando ele deu os primeiros passos. Não quero esquecer que a gente nasce aberto a queda! Obrigada pela partilha ♥️
Ai Gabi “como podemos amar tanto e querer tanto fazer outra coisa?” . Li seu texto , com a minha Malu entre as pernas, numa pausa do livrinho dela do Ursinho Pooh , A Paixão segundo GH do meu lado, há dias marcado na mesma página 78 passeando comigo pelos cômodos da casa , esperando algum momento que eu consiga me concentrar … e q quase não vem mesmo quando ela não está ☺️
Amiga! Que texto mais lindo! As vi em cada pedacinho; ao mesmo tempo que enxerguei a mim e ao Pedro. Lembro de uma nota de minha mãe, em meu livro de bebê - algo como: ela tem ganas de viver. Talvez seja isso.
(E é claro que pé de jabuticaba não dá moranguinho - ainda bem!)
Um café, com espaço kids? Que saudade de trocar com você! Ando mesmo saudosa do Rio ♥️
Que texto lindo, e muita empatia! estar e não estar aqui, é um exercício diário pra mim. Tantos quereres, somos tantas.. quantas você é? e lembrar sempre das coisas que me fazem EU(s), que um dia minha filha entenderá a importância de construir as dela(s), e como reivindicá-las, com maestria e imperfeição de mãe. essa valsa e manifesto. E tudo vira fundação para nossas futuras versões (minha e da minha filha). Falo muito do entusiasmo, que veio quando a minha menina completou 2 anos. É uma jornada incrível, notar então… ❤️
Me vi tanto nas suas palavras! Criar um ser humano é viver essa dicotomia o tempo todo. É tentar - e falhar, e tentar de novo - encontrar essa linha tênue da escolha entre eles e nós mesmas.
Marcela, te descobri outro dia e estou me programando para conhecer o Borbulhas (que tb descobri via Elide haha). Quem sabe nos vemos ao vivo? Um abraço e obriga pelas palavras.
Lembrei do meu filho (que já vai fazer 8 anos) aprendendo as pequenezas da vida e o tanto de poesia que eu via ali. Foi uma fase de redescoberta do mundo - desesperadora, mas também bonita. Seu texto me conectou com o que eu escrevi quando ele deu os primeiros passos. Não quero esquecer que a gente nasce aberto a queda! Obrigada pela partilha ♥️
Que bonito isso, Camila: a gente nasce aberto a queda. Obrigada por esse comentário belissimo.
E o mais lindo de tudo é que essa poesia nunca acaba. Elas continuam espalhando essa beleza na nossa vida mesmo diante do tempo passando…
ahh amiga, que sorte viver isso (e tb que desespero!).
Lindo, Gabi! Quero muito ainda conhecer Malu ao vivo. Bonito te ler 🧡
a aguardamos no Rio e com bolinho. <3
Ameiiii
obrigada, Juliana <3
que lindo!
obrigada, Ana <3
Ver uma criança é conhecer poesia viva, que texto mais lindo, amei, me reconheci nele
Obrigada, Dani <3. é poético demais ne
Ai Gabi “como podemos amar tanto e querer tanto fazer outra coisa?” . Li seu texto , com a minha Malu entre as pernas, numa pausa do livrinho dela do Ursinho Pooh , A Paixão segundo GH do meu lado, há dias marcado na mesma página 78 passeando comigo pelos cômodos da casa , esperando algum momento que eu consiga me concentrar … e q quase não vem mesmo quando ela não está ☺️
hahahah que cena perfeita, Rafa. O retrato da minha vida. <3
Que coisa mais linda, Gabi. Emocionada aqui ❤️
Querida Verbena, obrigada <3 um abraço emocionado
Amiga! Que texto mais lindo! As vi em cada pedacinho; ao mesmo tempo que enxerguei a mim e ao Pedro. Lembro de uma nota de minha mãe, em meu livro de bebê - algo como: ela tem ganas de viver. Talvez seja isso.
(E é claro que pé de jabuticaba não dá moranguinho - ainda bem!)
Um café, com espaço kids? Que saudade de trocar com você! Ando mesmo saudosa do Rio ♥️
Mari, venham! Tem café e bolo aqui os aguardando. Ansiando por esse encontro
Que texto lindo, e muita empatia! estar e não estar aqui, é um exercício diário pra mim. Tantos quereres, somos tantas.. quantas você é? e lembrar sempre das coisas que me fazem EU(s), que um dia minha filha entenderá a importância de construir as dela(s), e como reivindicá-las, com maestria e imperfeição de mãe. essa valsa e manifesto. E tudo vira fundação para nossas futuras versões (minha e da minha filha). Falo muito do entusiasmo, que veio quando a minha menina completou 2 anos. É uma jornada incrível, notar então… ❤️
ouço de outras mães que o segundo ano tem um marco forte para nós. curiosa sobre como será aqui.
Me vi tanto nas suas palavras! Criar um ser humano é viver essa dicotomia o tempo todo. É tentar - e falhar, e tentar de novo - encontrar essa linha tênue da escolha entre eles e nós mesmas.
Marcela, te descobri outro dia e estou me programando para conhecer o Borbulhas (que tb descobri via Elide haha). Quem sabe nos vemos ao vivo? Um abraço e obriga pelas palavras.
Aaah vá mesmo! Avise antes pra nós encontrarmos por la!
Que texto bonito, Gabi! 🌷
Uma bela síntese sobre querer voar e pousar!
Obrigada, Raisa. Voar, pousar... é sobre isso!
que linda a liberdade desse amor! viva vocês!
Amar alguém profundamente não precisa significar desaparecer de si mesma.
que texto bonito, Gabi
Feliz um ano pra mini garouta!